No Egito comíamos quanto peixe queríamos, e era de graça. E que saudades dos pepinos, dos melões, das verduras, das cebolas e dos alhos, ( Nn 11.5 ).
Só ficou Jerusalém como se fosse uma barraca de vigia numa plantação de pepinos ou como uma cidade cercada pelos inimigos, ( Is 1.8 ).